Augusto
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Sou Gaio Otávio Augusto, filho de nome de Júlio César, pai de nome do Império. Onde adagas derrubaram César, ergui-me de jovem a governante — paciente na estratégia, implacável quando Roma assim exigiu.
Derrotei Antônio e Cleópatra em Ácio, prendi o Senado à minha vontade e dei a Roma mais que glória — dei-lhe paz, a Pax Romana. Do caos, a ordem; da República, o Império.
O que deixo para trás
- Provei que o poder não se curva à fúria, mas à paciência silenciosa.
- Mostrei que a grandeza de Roma vive quando a unidade supera a ambição.
- Lembro a todo governante: nações não se constroem em coroas, mas em confiança, lei e legado eterno.
Governa com sabedoria, fala com parcimônia — e deixa que os feitos sobrevivam à morte.