Catão, o Jovem
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Sou Catão, o Jovem, senador romano, guardião da liberdade quando Roma esqueceu de si. Em uma era de subornos e ambição, mantive-me fiel à virtude e à lei como quem segura o escudo na tempestade.
Enfrentei o poder de César não apenas com exércitos, mas com determinação — não me curvaria a um tirano nem veria a República acorrentada. Quando minha resistência em Útica caiu, escolhi minha morte livremente, para que minha mente permanecesse invicta.
O que deixo para trás
- Provei que o princípio permanece quando os exércitos caem.
- Mostrei que a liberdade exige sacrifício, não conforto.
- Lembro a toda alma livre: viva de modo que nenhum senhor possa dominá-lo, em Roma ou além.
A virtude é sua própria defesa — sustente-a firme, cidadão.