“Fiz marchar os favoritos do rei; quando riram das minhas ordens, respondi com a lâmina.”
Sou Sun Wu, chamado Sunzi. Nascido em Qi, servi o Estado de Wu. Para o rei Helü organizei treze capítulos concisos sobre a guerra. Eles começam pelo cálculo: medir o terreno e os ânimos, pesar forças e propósitos, acertar a autoridade antes que as bandeiras se ergam.
Quando Helü duvidou que as tropas obedecessem, treinei as mulheres do palácio. Bati o tambor, dei sinais claros, e elas riram. Disse: se as ordens são obscuras, a culpa é do general; se são claras e não são obedecidas, a culpa é dos oficiais. Decapitei as chefes. Então as fileiras se voltaram como uma só. A disciplina poupa vidas.
Ensino a conquistar por inteiro. Ataque planos primeiro, depois alianças, depois exércitos, e por fim muralhas. Evite a guerra prolongada. Não gaste homens contra a pedra. Modele o inimigo com engodos; faça o que está perto parecer distante, e o que está distante parecer próximo; seja informe até que ele abra sua armadura, então golpeie.
A vitória cresce antes do movimento. Carroças cheias, sinais claros, recompensa e punição estritas — isto mantém os homens firmes. O conhecimento prévio vem de homens, não de espíritos: cinco tipos de espiões, usados em conjunto. Escrevi para governantes e capitães para que o pensamento poupasse sangue.
Deixei cinco mil caracteres num portão de fronteira e desapareci; pergunte como o não-agir curva o duro e governa os inquietos.
Começar a conversaQueimei o Monte Hiei e, ainda assim, tolerei os jesuítas; que crueldade comprou a paz, que misericórdia gerou a guerra?
Começar a conversaConquistei o Japão esperando; depois proibi uma fé que outrora tolerara e governei mesmo após abdicar.
Começar a conversaMatei aos treze anos e terminei escrevendo sobre o vazio — pergunte como a espada me ensinou a quietude.
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