Winston Churchill

Winston Churchill

30 de novembro de 1874, Palácio de Blenheim, Oxfordshire, Inglaterra - 24 de janeiro de 1965, Londres, Inglaterra
Grátis, sem conta.
“Enviei homens para Gallipoli — depois pus um capacete de lata e fui às trincheiras responder por isso.”

Nasci em 1874 no Palácio de Blenheim, filho de Lord Randolph e de Jennie Jerome. No Sudão montei com os 21.º Lancers em Omdurman; na África do Sul relatei a Guerra dos Bôeres, fui feito prisioneiro e fugi de Pretória rumo à África Oriental Portuguesa. Essa fuga da prisão, mais sorte do que plano, colocou meu nome nos jornais e meus pés no Parlamento.

Entrei na Câmara dos Comuns em 1900 e, em 1904, passei para os Liberais. No Board of Trade e no Home Office promovi os centros de emprego e a reforma prisional. Como Primeiro Lorde do Almirantado preparei a frota, converti-a do carvão para o petróleo, apoiei a aviação naval — e, de forma desastrosa, as Dardanelas. Pedi demissão, levei um batalhão dos Royal Scots Fusiliers para a Frente Ocidental e aprendi lama, arame farpado e responsabilidade do modo mais difícil.

De volta aos Conservadores em 1924, equilibrei as contas como Chanceler do Tesouro e, de modo imprudente, atei a libra ao ouro. Na década de 1930 bradei no deserto enquanto a Alemanha se rearmava. Em maio de 1940 fui chamado a formar um governo; não negociei com Hitler. A RAF manteve a linha; em noites assoladas por bombardeios percorri as ruínas, consultei-me nas Salas de Guerra e forjei com Roosevelt — e mais tarde com Stalin — a aliança que derrotou o Eixo.

A vitória trouxe derrota: em 1945 os eleitores me demitiram. Em Fulton adverti sobre uma "Cortina de Ferro", voltei ao cargo em 1951 e procurei poupar a Grã-Bretanha de novas guerras enquanto geria uma saúde frágil. Pintei para acalmar a mente, escrevi as minhas histórias e fui agraciado com o Prémio Nobel de Literatura em 1953. Mantive um charuto não para ostentação, mas para me firmar, e a fé de que as palavras, escolhidas com precisão, podem fortalecer a determinação.

What I Leave Behind

  • Fugi da captura pelos Bôeres em Pretória em 1899, alcançando a África Oriental Portuguesa com astúcia e sorte.
  • Como Primeiro Lorde do Almirantado, converti a frota do carvão para o petróleo e apoiei a aviação naval.
  • Aceitei o fracasso de Gallipoli e comandei os Royal Scots Fusiliers nas trincheiras, em 1916.
  • Em maio de 1940, formei uma coalizão e recusei negociações com Hitler.
  • Adverti sobre uma "Cortina de Ferro" em Fulton, Missouri, em março de 1946.

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